Calgary e Zoo

Olá a todos!!!

Sei que não estamos sendo muito assíduos aqui no blog e uma boa parte da viagem não foi contada, mas entendam que é muita coisa a fazer.  Com o sol se pondo só as 22:00 a gente acaba ficando na rua até tarde e chegando “em casa” morto de cansado.

Hoje viemos mais cedo. Primeiro porque não tem muito o que fazer aqui em Calgary, segundo porque tínhamos que arrumar as malas, já que todas as nossas coisas estavam espalhadas pelo carro, nosso Bed and Breakfast ambulante.  Amanhã, partimos de volta para Vancouver, vamos dormir em Kamloops e em Kelowna, dessa vez. Depois, uma noite na minha queridinha e vamos para Victoria. No entanto, como é um tanto trabalhoso ir para Victoria, deixaremos nossas malas no Aeroporto de Vancouver.

Sobre Calgary…

Chegamos ontem, no início da tarde e fomos ao zoológico, dito nos guias, um dos melhores do mundo. É um zoológico interessante, mas não acho que seja um dos top-top. Julio acha que é um dos melhores que ele já viu. Enfim… eu devo ser exigente demais: não é a toa que namoro com ele! Sobre o Zoo. Vários animais, uma enorme família de gorilas, os quais vimos bem de pertinho, separados apenas por um vidro. Vimos, finalmente, os famosos ursos pretos e grizzlys. Milhares de fotos tiradas e até vídeos. O interessante é que o zoo tem várias possibilidades de interação. Além de alguns habitats terem separação por vidro (facilita as fotos e dá sensação de proximidade), os animais são alimentados em horas marcadas, o que faz a alegria dos visitantes. Chegamos a ver um hipopótamo indo ao “dentista”. A veterinária chama o “bichinho”, manda ele abrir a boca e com uma espécie de fio dental cerra o dente dele. E temos isso filmado! Se alguém estiver pensando em vir por aqui, lembre-se de usar repelente, não só no zoo, mas na cidade, quando o dia estiver escurecendo. Nós não usamos e o resultado foi uma coceira enorme!

Depois viemos pra nossa hospedagem, Riverpath BB. Nossos hosts são simpáticos  tivemos algum contato com outros hóspedes, inclusive um muito arrogante (“You know, we have a car!!!” Duhhh!) e outro muito aventureiro: chegou domingo de uma estada de 3 anos na China. Ele foi lá para ensinar inglês (e ele diz que isso não é trabalho). Sabe por quê??? Porque a economia no Canadá não estava bem. E por que ele voltou? Porque agora a economia melhorou. O detalhe é que ele nem é de Calgary, mas veio para cá porque é o lugar mais rico do Canadá agora.

Hoje, fomos conhecer a cidade em si. Não tem muito o que ver. Fizemos o tour a pé sugerido num dos panfletos distribuídos aos turistas. O interessante é que tem umas pegadas pintadas nas calçadas para que a gente possa seguí-las. Facilita muito! Fomos ao Devonian Gardens, que é o maior jardim indoor do mundo e fica na cobertura (devidamente coberta) de um shopping. É bonito, mas nada fantástico, o legal mesmo é poder contar com aquele ambiente no meio de um dia de trabalho, faça chuva, sol ou nevasca.

Depois seguimos para o Eau Claire Market. É uma espécie de shopping também… logo depois dele fica a Prince’s Island. Isso, sim, muito legal. O parque é lindo e os cachorros são bem vindos, mas devem estar nas coleiras, já que coiotes são frequentes  e podem atacar os bichinhos de estimação. Além disso, tem o onipresente Bow River e uma lagoa com vários patos. É um parque enorme e vê-se várias famílias por lá, além de grupos escolares. Quando voltamos para o mercado, achamos, finalmente, um Ben & Jerry’s. A gente já tinha tomado sorevete no parque, mas, bom… tivemos que tomar outro, né? Cada um, claro.

Seguimos para o Chinese Cultural Center. Tem um museu lá e aulas de chinês, mas o legal mesmo é a arquitetura. O teto, em particular. Julio tirou várias fotos de vários jeitos diferentes… Tem uma lojinha, claro. Fiquei doida com a porcelana. Vocês não imaginam a finura e a leveza! Não dava pra comprar porque seria uma insanidade pensar que aquilo chegaria inteiro aqui… fora a preocupação de tentar fazer chegar :)

Passamos por Chinatown, mas nada em especial. E acabou o tour. Decidimos não ir na torre, já que vários outros prédios mais altos estão por perto, fora que não há muito o que ver, ainda mais se considerarmos que amanhã vamos na gondola de Lake Louise. Rodamos um pouco pela cidade, compramos algumas coisinhas, fomos comprar uma mala (acabamos comprando uma malinha por 3 dólares!!!) e jantamos. E cá estamos nós, cercados de coisas por todos os lados, tentando colocar tudo dentro das malas…

O que achei de Calgary? Bom… na verdade, vim pra cá cheia de esperança, até porque o Zoo está contratando – rs, mas, infelizmente, não gostei. Não é que seja uma cidade ruim, mas, se comparado a Vancouver, não dá. Aqui é legal, mas Vancouver é impecável. A vizinhança onde estamos é meio feia, pobre, algumas casas bem caindo aos pedaços. Isso não existe em Vancouver. Por lá, não encontrei nenhum banheiro (e olha que frequento muitos banheiros) que não fosse cheiroso… por aqui, bom, já não foi bem assim. A Chinatown daqui é esquisita, a de lá é muito legal. E há muito pouco o que se fazer por aqui. Pelo que observei, só jogar golfe!

Ah, sim… sem noção… tem um trilho de trem que corta a cidade. Em downtown, sem problemas, os carros passam por baixo do trilho, mas, nas áreas residenciais, ninguém se preocupou com isso. Resultado. Se você vai atravessar o trilho e um trem começa a passar, senta e espera. Acho que leva uns 10 minutos para a pista abrir de novo. E não pense que é só um trem que passa. São vários, várias vezes ao dia. E isso eu nem tô falando do barulho que eles fazem… O que eles transportam? Alguns, produtos do petróleo.

Bom, é mais ou menos isso. Acho que vamos postar mais algumas fotos e hoje e estou pensando nuns vídeos também.

See you later!

Em Calgary, com internet :)

Olá!!!

Não vai dar para escrever muito, mas acabamos de colocar um monte de fotos, com descrição, no Flickr. É só clicar aí do lado.

Chegamos em Calgary hoje. O BB é muito bom, o quarto tem uma vista linda do centro da cidade. Estamos pensando com muito carinho em Calgary. É uma cidade rica e perto de Banff :) Além disso, o zoológico está contratando – rs.

Colocamos um vídeo nosso no You Tube. Depois digam se deu pra ver direito. O link é esse:

http://www.youtube.com/watch?v=j2HVOr5O4SE

Lemos todos os comentários e adoramos.

Ah, sim, pra quem ainda não viu, tem uns posts que postamos ontem aí embaixo, com data retroativa, então acabaram ficando atrás dos outros.

Beijos e até amanhã!!!

Paisagens e mais paisagens…

Estou escrevendo do banco do carona do nosso Corolla, na Icefields Parkway, quase chegando a Jasper. Depois que saímos de Banff, um pouco mais tarde do que pretendíamos, pois precisávamos – muito – dormir, pegamos uma trânsito chatinho por causa de uma obra de alargamento da estrada naquele trecho. Infelizmente, tivemos nosso primeiro contato com um canadense antipático – se é que eram canadenses. A história é a seguinte: Duas pistas engarrafadas afunilando para a pista da esquerda. Nos estávamos na esquerda e seguimos em frente. Eu não vi direito o que aconteceu, acho que nada, mas daí uma caminhonete enorme que estava na pista da direita, forçou a entrada na nossa frente. Só que, a esta altura, já estávamos com mais da metade do carro na frente deles e daí a motorista, muito simpática, fez aquele sinal e uma careta. Depois o cara que estava na carona saiu do carro e falou alguma coisa, mas foi tão sem sentido que até tivemos dúvida se era conosco. Depois, quando acabou o engarrafamento ainda se “despediram” de nós.

Enfim, seguindo no nosso passeio, fizemos nossa primeira parada no mirante do Hector Lake. Inacreditável e indiscutivelmente azul. Depois, igualmente lindo, o Bow Lake. E o que eu queria muito ver: o Peyto Lake. É impressionante, acho que nas fotos não vai dar pra ver quão azul ele é, quão magnífica é a vista. Mesmo assim, tiramos milhares de fotos.

Depois passamos pelo Mistaya Lake, enorme, bem pertinho, azul, azul, com algumas partes esverdeadas. Mais milhares de fotos. Depois não paramos mais, mas tiramos várias fotos dos canyons e rios que nos acompanham ao logo de todo o trajeto.

Paramos onde o Julio mais queria: Columbia Icefiels. É um glaciar enorme e existem uns ônibus com uns pneus enormes para nos levar no meio dele. É caro: 30 dólares por pessoa, mas vale a pena. Nunca tinha estado cercada de gelo por todos os lados. É muito legal, muito legal ver a cor azul do gelo e das águas derretidas…

Depois partimos para Jasper, fizemos o check in no nosso Bed and Breakfast e saímos para dar uma olhada em volta. A cidade é bonitinha e maior do que Banff, pelo que vimos. Comprei uma “caneca” térmica para fazer chá muito legal e uma almofadinha para a câmera. Assim, poderemos tirar fotos juntos. Julio quase comprou um tripé de carbono, mas ainda não foi dessa vez. Comemos num restaurante na frente da estação de trem. Uma delícia. Ele comeu peito de pato selvagem com molho de laranja e cranberry; eu comi deliciosos medalhões de bufalo com um molho desconhecido, mas parecido com o nosso molho madeira.

Fim de dia. Mais uma vez, mortos e felizes, fomos dormir.

Aviso!

Estamos bem. Saindo hoje de Banff e indo pra Jasper. Estou escrevendo no noteboook, mas estamos sem internet. Ent~ao, assim que for possivel, atualizaremos.

Beijo!

Águas verdes ou azuis?

Julio acordou com os passarinhos na nossa janela, eu continuei dormindo até o despertador tocar as 6:30… argh! Levantamos, arrumamos tudo, tomamos um café simplesinho e partimos rumo a Banff, comigo na direção. Entramos no Glacier National Park, mas só no final dele paramos num centro de informações e pegamos um mapa da região, com os pontos de interesse marcados. Pagamos pelos dias que vamos ficar nos parques (tudo é pago por aqui…) e continuamos. Nossa primeira parada foi espetacular. Já no Yoho National Park, vimos o Emerald Lake, que, pra mim, tem águas azuis, pro Julio, verdes. Pra nós dois, o lago é lindo e inacreditável. Ficamos por lá um pouco, embasbacados por aquilo tudo. Ah… aprendam uma coisa: chocolate quente e café aqui na América do Norte só são viáveis num lugar especializado.

Depois, paramos na Takkakaw Falls, mas essa parada acho que não valeu a pena. Tem que pegar 15 km de uma estradinha e se chega na cachoeira, mas a visão é apenas parcial porque tem uma fileira de pinheiros no meio do caminho. O legal é que encontramos um bichinho muito simpático.

Mais um pouco a frente, paramos no ponto onde explicam os túneis em espirais por onde os trens passam. Antes deles, os túneis tinham que enfrentar subidas e descidas muito íngrimes, o que gastava tempo e energia desnecessários. A solução foi fazer grandes túneis em espirais. Os trens dão a volta neles mesmos (360 graus) e distância ficou duas vezes maior do que antes, mas eles podem andar 5 vezes mais rápido. Então, valeu, muito, a pena. Pelo que dizia, nos trens maiores, é possível ver a locomotiva saindo de um dos túneis e os último vagões ainda entrando.

Depois viemos direto pra Banff, mas vivemos momentos de tensão quando, preocupados com a bateria do note estar acabando, nos tocamos que a gasolina estava acabando e nenhum posto a frente. Por aqui, fica-se quilometros e quilometros sem um posto de gasolina. A solução foi economizar. Não passei de 90km/h e mantive a rotação em 2000 rpm… no final, ufa, chegamos, mas o ponteiro da gasolina já estava no zero. Sabe-se Deus quanto faltava…

Sobre as estradas por aqui, são muito interessantes. Tem placa pra tudo, até pra avisar que daqui a 2km terá um ponto de ultrapassagem. Além disso, quando não dá pra ser em 4 pistas, são 3 pistas que ficam revezando: em alguns trechos duas pistas pra lá e uma pra cá, noutros, troca. São os tais pontos de ulrapassagem. A placa que avisa sobre uma parada, mostra os restaurantes existentes, os postos de gasolina, etc. O que ainda não entendemos é como funciona o controle das estradas, já que não tem aqueles telefones de socorro ao longo dela e, desde de Vancouver, só passamos por um posto de polícia. De qualquer maneira, algum controle tem, pois todos os carros enguiçados que vimos estavam já acompanhados por um carro de polícia. Ah, sim, até agora, depois de rodarmos uns 1000km, só passamos por um pedágio, que nos custou 10 dólares canadenses.

Ah… já ia esquecendo. Lá em “Minas” tínhamos que pegar uma estrada secundária para voltar para a principal. Daí, quando chegamos nela, era um cruzamento. Vinha as duas mãos nas duas direções. De onde estávamos, na estrada secundária, tinha dois sinais: um para aqueles que queriam seguir em frente e outros para os que fossem virar à direita. Parei atrás do sinal dos que viravam a direita, apesar de ser bem longe da faixa de pedestres, e ficamos esperando. Todos os sinais abriram, fecharam e abriram de novo e nada do nosso sinal mudar. Nisso, já tem uma fila de carros formada atrás de nós. Daí eu vejo o motorista do carro de trás sair do carro e caminhar na nossa direção. Não sei se ele estava puto, mas muito simpaticamente, disse que precisávamos chegar perto da faixa de pedestres para que o sinal abrisse para nós. Isso mesmo… é assim que funciona aqui quando uma rua principal é cruzada por outra secundária. O sinal só abre pra secundária quando tem um carro querendo passar. Chegamos pra frente e, logo depois, o sinal abriu :)

Hoje estamos partindo rumo a Jasper, pela Columbia Icefields, que tem fama de ser a estrada mais bonita do país. Alguns lugares chegam a dizer que é do mundo!

Caindo na estrada!

Começando de trás pra frente. Estamos agora “quase” em Kamloops. “Quase” porque a cidade, em si, está bem distante. Digamos que estamos em “Minas”, para os que entendem o que isso quer dizer.

Acordamos em Vancouver e tomamos um “delicioso” café da manhã. Uma omelete com recheio de pimentões e cebolas… claro, óbio ululante, que eu não comi. O Julio, coitadinho, comeu. O chato de lá é que não nos servimos nem vemos a comida antes de nos servirem. O prato vem lá da cozinha, nas mãos da nossa host e devemos comer. Foi uma grande desfeita eu não ter comido minha omelete hoje, mas não tinha nenhuma chance de eu me violentar daquele jeito, durante minhas férias. Passada a saia justa, fomos informados que deveríamos deixar o B&B as 10:00, mas que poderíamos deixar nossas malas na sala. O problema é que nós não tínhamos nos preocupado nenhum pouco com a bagagem porque iríamos pegar o carro e simplesmente colocar tudo lá dentro. Enfim, em meia hora tivemos que arrumar tudo.

Fomos pegar o carro e, como já tinha acontecido outras vezes, descemos no ponto errado e tivemos que andar beeeeemmm mais do que o esperado/desejado. Mas, ainda assim, foi boa a caminhada por uma vizinhança diferente e igualmente apaixonante. Adorei quando passamos por um escola que tinha uma faixa que dizia “Venha nos ajudar a construir nossa escola, tijolo por tijolo.”. Chegamos na Enterprise e não tivemos problemas para pegar o carro, um Toyota Corolla. Ah, sim, eu também vou poder dirigir!

Passamos no B&B, pegamos nossas coisas, e partimos rumo a Kamloops, não sem antes ativar nosso super navegador: o software Streets and Trips (Ruas e Viagens), devidamente ligado ao GPS comprado ontem. Acabou funcionando perfeitamente bem. Dá bastante tranquilidade saber que temos não só o mapa, mas a indicação de por onde devemos seguir.

A estrada é simplesmente linda. A floresta de coníferas é demais e, no caminho, passamos por alguns rios e cachoeiras. Chegando aqui, demos de cara com o Paul Lake e uma rocha pela qual o Julio ficou apaixonado. Eu adorei o lugar, mas o Julio está encantando. Disse que é o lugar mais legal até agora. Vejam as fotos e digam.

O que eu gostei mesmo aqui foram as duas xorras: She e Tai. Duas cadelas que teriam sido mortas se não fossem por nossos hosts, que resolveram adotá-las. Elas são lindinhas e muito simpáticas, adoram dar abraços e beijos!

Sobre nossos host, ele é um cowboy aposentado e ela ainda não sabemos, mas ambos são muito simpáticos e ficamos algumas horas conversando. Contamos a eles sobre a nossa vontade de vir pra cá. Perguntei sobre o sistema de saúde e ele disse que é excelente, que os canadenses reclamam porque estão acostumados com a perfeição, mas que o sistema sempre garante saúde, boa saúde, para todos.

Comemos trutas e depois fomos passear numa jangada no lago, de onde veio o nosso jantar. O passeio foi lindo e eu sempre me impressiono com as nuvens por aqui. A formação é muito diferente. Vimos uma família de patos e algo que é muito raro por aqui, vimos um Loonie, que é o bicho estampado na moeda de um dólar canadense. Parece um pato, mas não é. Nosso host ficou encantado e Anne nos explicou que o Loonie representa muita coisa para o país, por isso o encanto. Ela disse que ele canta e que devemos ouvi-lo essa noite. Vamos esperar para ver, digo, ouvir!

Belugas, leões marinhos, golfinhos e ilusão de ótica

Olá!

Dia ENORME hoje… Pra ter idéia, saímos daqui as 8:20 e voltamos 22:00, com o dia ainda claro. Fomos ao Aquário e, finalmente, fiz o encontro com a Beluga (êêêê!!!). Quase desisti porque deu um rolo enorme na comunicação e acabou que a mulher não agendou antes e só teve uma vaga. Julio achou que eu devia fazer, mesmo sem ele. Então, fiz… e foi muito legal. Ele participou da parte educacional e depois fcou me vendo lá dentro com as baleias. Depois escreverei sobre elas…

mapletrip003-beluga1.jpg

Ainda teve o Sea Lion Tour, que acabamos fazendo também, juntos dessa vez. Foi muito divertido. É um bicho gigante e que pode ser bem agressivo, apesar de o Tag, nosso amigo, não ser. Se a gente mostra a língua pra ele, ele mostra pra gente de volta :P

mapletrip001-leaomarinho1.jpg

Teve ainda o show dos golfinhos. Nada demais perto de um Sea World, mas bem legal pra quem ama os bichinhos.

mapletrip002-golfinho1.jpg

O resto do aquário não tinha nada muito fantástico e, na verdade, eu até achei meio pequeno. Sem problemas, o passeio vale pelos três já citados e pelas lontras, muito fofas. Por aqui, por conta do frio, elas são mais gordinhas e, como sempre, parecem muito felizes. As de hoje adoravam ficar coçando a própria barriga!

Depois fomos ao Science World e confesso que esperava mais… É um ótimo lugar para aulas de física, mas disputar todos aqueles experimentos com centenas de crianças não é lá muito agradável. Até porque a prioridade é sempre delas, né? Mesmo assim, alguns efeitos de ótica, alguns espelhos e outras coisas valem o passeio, impressionam e divertem.

Bom, o namorado já dorme aqui do lado. Vou encerrar o post. Amanhã escrevo mais, no caminho pra Kamloops, talvez. Enquanto isso, fiquem com as fotos do nosso primeiro dia por aqui, que colocamos no Flickr: basta clicar em algumas delas aí do lado.

Sem post

Estamos, mais uma vez, mortos de cansaço. Escrevo apenas para dizer que Cirque du Soleil é amazing, magnifique, extraordinário.

Amanhã é o dia das Belugas (ou não – longa história). E acho que só vou escrever mesmo no dia 13, quando vamos pegar a estrada! Talvez amanhã, se conseguirmos chegar mais cedo e descansados.

Sleep well…

Cirque du Soleil

Hoje é dia de Cirque du Soleil, claro, só depois de muito andar em North Vancouver.

Sem tempo pra escrever…

Beijo!

Caindo…

Depois que postei a última vez, saímos e andamos, andamos, andamos. Andamos um absurdo. Não fizemos nenhum programa pago, tipo museu, etc., mas andamos por Downtown, fomos até a praia (o sol até abriu pra gente!). Fizemos algumas compras básicas… enfim, agora, 22:48 (do horário daqui, mas pelo nosso relógio biológico já são 02:48), vamos desmaiar na cama para dormir. Os pés doem, os olhos ardem, mas Vancouver é linda demais! E tem uma Starbucks em cada esquina… ah… pai, lembra do fudge??? Tem fudge em Vancouver!!!!! Preciso morar aqui!

Posted by K.